Quando estamos longe de alguém de quem gostamos muito é sempre complicado, basta uns km de distância para se tornar algo intolerante. Temos sempre a noção de que chegará um dia em que vamos ver essa pessoa novamente, o que nos conforta um pouco. O problema é que nem sempre é assim. Quando a distância deixa de ser em km e passa a ser em proporções muito maiores.
Nunca o vi por perto, nunca o vi pessoalmente, embora não falte vontade. Sinto que já o conheço á anos, que confio nele como nunca, sinto que preciso de o ver e de lhe dar um abraço enorme como ele merece. Isto era possível se não existisse um bruto oceano a separar-nos.
O André é um ser único e doce, mais doce do que um balde cheio de gomas, alguém que encanta qualquer ser humano, de uma maneira única. Espero pelo dia em que ele venha e possa passar algum tempo comigo, para lhe poder mostrar o quanto gosto dele e o quanto estou agradecida por tê-lo na minha vida.
Acho que quando aquele vagabundo sair do avião, vou correr como nunca, só para poder abraça-lo. Gosto mesmo dele, e tudo o que passamos juntos é a prova disso.
Aguentar um oceano não é simples, de todo, mas ele vale muito mais do que qualquer distância possível e imaginária.
Te adoro bruxo.
All the love,
M.